Editorial


ESTIMADOS Sras/Srs temos a honra de vos apresentar o portal da associação instituto de promoção de Paz Propaz. Um portal que resulta do empenho e dedicação dos membros desta associação na causa da Paz. Em 1995 quando a Propaz foi primeiramente estabelecida como um programa dentro das 2 maiores associações de ex-combatentes em Moçambique, poucos acreditavam no seu crescimento e consequente transformação numa instituição oficial ... Hoje não só crescemos senão que temos a honra de apresentar o nosso portal na Internet. Com o mesmo acreditámos que os nossos parceiros, companheiros da causa e demais interessados, possam saber um pouco do trabalho que realizámos em prol da Paz em Moçambique, particularmente no que se refere ao envolvimento dos ex combatentes numa tão nobre tarefa.Todos os comentários e contribuições são bem vindos.
Cumprimentos...
Jacinta Jorge
Directora Executiva

Sociedade civil apela valorização da paz

Posted by Administrator (admin) on Oct 06 2008 at 2:13 PM
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A efeméride, assinalada um pouco por todo o país e na capital, Maputo, foi marcada por palestras sobre a paz, uma deposição de uma coroa de flores na Praça dos Heróis Moçambicanos, marcha dos membros da Comunidade Sant’Egídio por algumas artérias da capital e eventos desportivos nas diversas escolas. Uma palestra sobre o tema “Reflectindo e Testemunhando os 16 anos da Paz em Moçambique, organizada pela Comunidade Sant’Egídio, em Maputo, exaltou a importância de se reviver a paz a cada dia como uma forma de transmitir o testemunho sobre as experiências passadas da guerra, factor essencial no exercício de respeito e valorização da paz que o país vive.

Raúl Domingos (dir.) foi o negociador-chefe da Renamo
Raúl Domingos (direita) foi o negociador-chefe da Renamo

O jornalista Tomas Vieira Mário foi um dos oradores na palestra em que chamou a atenção dos presentes para a importância da paz para os moçambicanos.
“Os moçambicanos são pessoas da paz, eles procuram-na de facto. Por isso, foi possível alcançar o Acordo Geral de Paz em Roma em 1992”, disse Vieira Mário, quando partilhava um pouco dos seus conhecimentos e experiências vividas enquanto jornalista que cobria o período negocial da paz em Roma.“Não nos devemos espantar com a paz, mas sim com a guerra. Devemos sim nos espantar com a guerra, questionando-nos como foi possível que ela ocorresse e, daí, agirmos para que episódios de guerra nunca mais ocorram”, explanou Vieira Mário
(AIM)

 

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